Entre tantos rostos e histórias, tantas dores e alguns milagres é movida uma atmosfera paralela a que nosso olhos terrenos percebem. As vozes alcançadas se misturam entre os que estão e os que foram. Luzes são confundidas com um reflexo, ou interpretadas como a presença esperada. E não importa a idade, todos estamos no mesmo ciclo, participamos da mesma gravidade e contribuímos com mesma intensidade de energia.
Se estaremos no mesmo lugar ao fim desta estrada não temos certeza, mas contribuir para que todos possamos seguir igualmente deveria ser um dever coletivo. Deveria ser também um direito a crença de cada um e a forma que se utiliza para alcançar sua paz interior. Entretanto, a mente terrena é pequena, limitada e fraca, não suportaria a força de pensamentos iluminados, nem entenderia a origem de tantas energias que nos envolvem.
Durante um dia inteiro, recebi e doei. Amei e compreendi. Tive Paz e senti a agonia de irmãos, tão distantes do meu arredor e tão próximos a minha esperança.
E se me perguntarem sobre o que eu acredito, eu respondo: Deus nos criou para cumprirmos nossos propositos, nos somos sua criação e seu instrumento de aperfeiçoamento, cada um cuidamos e melhoramos a si e nossos próximos. Então não somos melhores que ninguém nem mais sabidos, somos apenas mais ou menos evoluídos na nossa compreensão.