Hoje, li uma matéria de pouco impacto na Galileu, mas de muita reflexão. Falava sobre o autocontrole, palavra e função desconhecidas por minha amígdala. Não desenvolvi TOC porque já tenho esquisitices demais, porem não estou livre dos distúrbios compulsivos. Autocontrole na raiz gramatical da palavra significa ter controle próprio. Mas olha que curioso, segundo a materia, o autocontrole principal vem da nossa educação, ou seja, por uma questão de seguir as boas maneiras e bons costumes, desenvolvemos essa capacidade de autocontrole. Por uma questão genética, esta poderosa função da amígdala pode ser aumentada e/ou totalmente apagada.
No meu mundo, é óbvio que o autocontrole é quase nulo. Mas depende da ótica. Podem ate me achar uma pessoa sem medidas, impulsiva. Ok, eu sei que sou assim, mas acontece que prefiro manter minhas vontades cumpridas do que ter uma mente cheia de coisas inúteis e frustrações. Funciono de uma maneira mais sociável se não me prender ao autocontrole alheio. O que parece bipolaridade, na verdade é uma forma que eu me sintonize melhor com meus neurônios.
Quase sempre, quando uso o autocontrole, me fecho para meu interior, nego minha elaborada mente, anulo meus sentimentos. É quase uma falência múltipla dos meus sentidos. Se você preferir conviver com uma zumbi, então não esteja ao meu lado, porque definitivamente será decepcionante e angustiante conviver com uma pessoa com defeito na amígdala.
Neste momento me exponho novamente, mostrando como o não autocontrole atua. Já é uma crise de abstinência, mas preciso me manter...porque já esta mais do que difícil conviver comigo mesma e com minha amígdala
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